Dia #23 – São crianças como você, o que você vai ser quando você crescer

Preciso contar pra vocês que eu tava aqui em frente ao pc e pensei alto: Sobre o que vou falar hoje no blog?

Meu pai: Cachecol

Eu: Cachecol?

Ele: É (gesticulando)! Cachecol e as mil maneiras de usar, amarrar!

Eu rindo muito e ele: Ué, posso ser seu redator!

Sem mais sobre esse assunto.

Mas já que estamos falando sobre pais e que eu tô ouvindo Renato Russo (você culpa seus pais por tudo e isso é um absurdo…), vamos continuar falando sobre eles.

Tem uma coisa nos meus pais que eu acho muito, mas muito maneiro e que eu quero levar isso para os meus filhos.

Meus pais ❤

Meu pai nunca tira a autoridade da minha mãe e minha mãe também não tira autoridade do meu pai. Eles nunca brigaram por causa de nós (meu irmão e eu) na nossa frente.

Se meu pai tá brigando comigo por uma coisa injusta, mesmo que a minha mãe não concorde com isso, ela fica quieta. Depois eu até vejo ela indo lá no quarto pra falar com ele sobre isso, pra liberar tal coisa pra mim, mas na minha frente, ela jamais faria nada. E meu pai é a mesmíssima coisa.

Eu acho isso muito legal. Tô cansada de ver filhos que não respeitam a mãe porque o pai se mete quando a mãe tá brigando. Ou de filhos que sabem que podem fazer tudo que querem, porque se o pai brigar, a mãe passa a mão na cabeça.

E é aquele lance, né: Educai as crianças para não ser preciso punir os homens.

Existem muitas coisas que eu discordo dos meus pais quando se trata da nossa educação e que fico pensando que jamais faria isso se fosse mãe, mas essa é uma das que faço questão de levar comigo.

Aproveitando a oportunidade, queria dizer pra minha mãe que ela não é culpada pelos meus erros e do meu irmão. Mãe tem essa mania mesmo de que se alguma coisa deu errado na nossa vida, foi porque errou em algo na educação. Mãe, você não tem nada a ver com isso. Depois de uma certa idade nós somos responsáveis pelas nossas escolhas e pelas consequências que elas causam.

Texto de hoje: Pais e Filhos

Autoestima de hoje: Alta

O que me detonou: Mais arrogância ainda rondando

O que fiz de bom por mim: Reservei um fondue….hmmmmm

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julho 18, 2012. Tags: , , , , , . Uncategorized. 5 comentários.

Dia #12 – Eu não tenho nada a ver com isso

Problema é um raio de uma coisa que todo mundo tem e sempre vai ter. Mas se tem uma coisa que me tira do sério, é uma pessoa passar para todas as outras um problema que é seu, somente seu.

Briguei com a minha mãe. Ok! Quem não briga? Mas o que o meu amigo tem a ver com isso? Por que eu tenho que fechar a cara pra ele que não me fez absolutamente nada? Ou sair por aí distribuindo patadas gratuitas?

Não tô falando que você não tem o direito de ficar chateado, irritado, de mau humor. Jamais diria isso! Pelo contrário, você tem que sentir tudo isso. Precisa extravasar.

O que estou dizendo é que você não tem que descontar nada em ninguém. Até porque a outra pessoa não sabe do que está acontecendo, não te fez nada e ainda pode levar pro pessoal (e é certo que ela vai levar). Vai acabar magoando uma pessoa que a única coisa que fez a ti foi estar no lugar errado, na hora errada.

É até um pouco de burrice. Porque você podia estar aproveitando para contar dos seus problemas para seu amigo, desabafar. Garanto que ele seria a primeira pessoa à te ajudar. Se não puder ajudar, pelo menos te distrair com besteiras. E deixando-o chateado, só vai ter conquistado mais um problema na sua vida.

Eu, por exemplo, ando muito estressada. Muita coisa acontecendo em um curto espaço de tempo. Tudo isso misturado à uma TPM. Daí já sabe, né? Mas eu tento ao máximo não descontar em ninguém a minha irritação. Nesses momentos, eu prefiro até ficar calada. Algumas pessoas até confundem isso com mau humor. Mas nem é. Eu chamaria de prevenção para que não corra o risco de não me irritar com ninguém sem motivo, ou por um motivo muito besta.

Tá faltando maturidade nas pessoas para saber em quem descontar as coisas. Não estou dizendo “olha como sou madura”. Todo dia a gente amadurece um pouco, aprende um pouco. E esse é meu exercício quase que diário (um deles).

Por um mundo com menos patadas e mais compreensão. 🙂

Texto de hoje: A sua irritação não solucionará problemas… 

Autoestima de hoje: Alta

O que me detonou: Mexeram nas minhas coisas

O que fiz de bom por mim: Tentando não me irritar

junho 27, 2012. Tags: , , , , , . Uncategorized. Deixe um comentário.

Dia #1 – Parte 2 – Sim Senhor

E quando eu achava que o sábado tinha acabado, meu celular toca com uma sms: “Amiga, vou tentar deixar o Joaquim com o Thi. Vamos no niver do Nem?”

Pensei em dizer que estava muito cansada e com preguiça, que iria dormir logo depois da novela. Mas daí lembrei da autoterapia do “sim” que fiz uma vez.

Tive a idéia da Terapia do Sim depois de ver o filme “Sim, Senhor”, aquele com Jim Carrey. O filme conta a história de um cara que vai num culto de autoajuda que tem por base dizer sim para tudo que lhe aconteça. E nisso, muitas coisas acontecem na vida dele. Coisas boas e ruins, mas coisas.

Daí pensei, por que não? Vou tentar dizer sim pra tudo (óbvio que tudo com coerência). Se coisas boas ou ruins vão acontecer, eu só vou saber se eu fizer, certo?!

Foi uma das idéias mais inteligentes que já tive. Posso dizer que essa fase da minha vida foi interessantíssima. Foi intensa, melhor dizendo. Vivi muita coisa, conheci gente nova, aprendi muito também.

Até porque, se eu tivesse um conselho para dar à todos, eu diria para se ocuparem. Com qualquer ativade, seja ela besta ou não. Sabe aquele lance de cabeça vazia, oficina do diabo? Acredito muito nisso.

Então, voltando para o início desse post, respondi a sms falando que eu ia ao niver do nosso amigo. Mesmo sendo num bar de rock que, aparentemente, não tem nada a ver comigo.

Coisas, com certeza, irão acontecer. Boas ou ruins? Daí eu conto amanhã para vocês, ok?

Beijos,

Nanda

junho 17, 2012. Tags: , , , , , . Uncategorized. 2 comentários.