Dia #86 – Vida louca, vida

Depois de levar um esporro da minha fiel amiga e leitora por não estar atualizando o blog, vim correndo ver vocês. Daí descobri que tinha um post nos rascunhos que eu nunca postei.  Primeiro vou contar das novidades, depois entro no assunto desse post que estava arquivado.

Tô numa fase de achar tudo muito louco.

Nesse mês de Agosto, aquele que todo mundo diz que é do desgosto, só tenho sentindo gostinhos bons.

vida louca

Fiz 1 ano de namoro (foi nesse blog que dei a notícia do meu namoro em [quase] primeira mão). Yeah! Yeah! Daí falei pra ele que é muito louco termos 1 ano de namoro. Sempre contei os meses para comemorarmos 1 ano, nunca chegava e sempre faltava muito. Ao mesmo tempo tenho a sensação que estou com ele tem uns 5 anos (acho que as pessoas próximas têm essa mesma sensação). Não é muito louco isso?

Hoje foi um dia muito louco. Sabe aqueles dias que as coisas conspiram de uma maneira tão positiva que acontecem diversos fatos que mudam a sua vida? Hoje foi um dia desses. E olha como a vida é louca?! Outro dia mesmo eu tava chorando horrores porque nada dava certo pra mim, que eu tentava tanto, me esforçava tanto. E que é muito difícil ver pessoas mais burras e que são péssimos profissionais, se dando bem e eu não conseguir a minha chance. Ô garotinha ansiosa, viu?! Se alguma coisa não deu certo, é porque não chegou ao fim. Espere, aguarde o momento certo. Pra alguns demoram mais, para outros menos. O importante é não deixar de tentar. 😉

Bom, mas vamos ao assunto de hoje?

Eu tenho mania de estar distraída e quando me pego estou escutando conversa alheia, de desconhecidos. Leandro se irrita bastante com isso, porque eu não tenho limites. Escuto no ônibus, no shopping, restaurantes, cinema, etc. E eu não disfarço, olho na cara dura. Qualquer um que me veja, sabe que eu tô prestando atenção na conversa dos outros.

Numa dessas ‘caradepauzices’, eu estava ouvindo uma mulher contar que na vida, a felicidade tem significados diferentes, de acordo com a fase.

Gente, que mulher gênia, como nunca parei pra pensar nisso?!

Ela tava contando sobre um aniversário dela que ela comemorou numa casa de festas infantis, cheio de criança e tal. E comentava que antes, aniversário pra ela tinha que ser na night com os amigos. Mas que essa festa bem típica de criança, deixou ela mais feliz que tudo. Com os filhos dela, os amigos dos filhos, os filhos das amigas, etc.

Fiquei pensando nisso o dia todo. Acabei pensando na minha amiga que ficou casada por 6 anos, aquela que eu contei pra vocês que casou por volta dos 20/21 anos, teve filhos.

Sempre fui contra casar cedo (obviamente que não julgo quem o faça), por achar que a pessoa “perde” a melhor fase da vida dela, a fase de sair com os amigos, viajar, curtir tudo. E até porque nessa fase, tudo é muito intenso. Então os sentimentos, por ser intensos, podem ser confundidos.

Mas voltando para a minha amiga, a felicidade pra ela era curtir a família, fazer programas bem caseiros, ela era totalmente caseira. Eu tinha nela o exemplo da maturidade. Sabe aquela imagem de mãe com vestido até o joelho, servindo o almoço para a família do comercial de Margarina? Na minha cabeça, era ela.

Não que agora ela não curta a família, nem seja imatura. Mas eu a via como uma amiga bemmmm mais velha, sabe? Toda certinha e tal.

Acontece que o casamento infelizmente acabou. Ela logo engatou em um outro namoro.

Mas decidiu terminar esse namoro porque se deu conta de que precisava de um tempo só dela. Um tempo dela com ela mesmo, sabe? Dar uma respirada.

Acho que foi a melhor coisa que ela fez na vida. Acredito que todos precisamos desse nosso tempo conosco mesmos. Se curtir, voltar a se amar, se conhecer melhor e entender o que quer da vida, daqui pra frente.

amigas

E a felicidade pra ela agora é curtir a vida, talvez recuperar o tempo perdido, viver tudo que ainda não viveu. E eu tô adorando essa nova fase dela, completamente diferente da amiga que eu conhecia.

Ela agora sai com as amigas pra tomar chopp, vai pra night, festas, conhece muitas pessoas novas (sempre com o discurso de que não quer nada sério com ninguém), ri muito, fica com ressaca no dia seguinte. — Claro que não deixando no canto o seu lado mãezona, mas ela entendeu que não pode viver somente para os filhos.

Ela está mostrando para todos ao redor o que eu sempre digo, você não precisa de ninguém para ser feliz. Você pode ser feliz sozinha, basta querer. Basta fazer por onde.

Mas foi o que eu disse no início, a felicidade tem fases.

Eu que sempre prezei por estar na rua com amigos, hoje sou plenamente feliz em casa, vendo um filme, com o príncipe. Não que estar com os amigos não seja maravilhoso, pelo contrário, mas agora prefiro uma coisa mais calma.

E pra você? O que é felicidade no dia de hoje?

Beijos,

Nanda

Para falar comigo sobre qualquer coisa, meu e-mail é fernanda_carvalho@globo.com

Autoestima de hoje: Boa

O que me detonou: Nada

O que fiz de bom por mim: Recebi notícias boas

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agosto 28, 2013. Tags: , , , , , , , , , . Uncategorized.

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