Dia #26 – Tempo, tempo, tempo…sempre ele

Esse final de semana estava conversando com uma amiga que fazia um tempinho que não papeávamos direito.

Ela me contou que tinha voltado a sair com ex dela. A relação dos dois é bem conturbada, já tiveram muitos termina e volta, muitas tentativas de dar certo.

Perguntei se eles estavam voltando e ela respondeu que não e que ela deixou claro isso para ele, que não queria nada sério com ninguém por enquanto e que ele tinha concordado.

E aí que ela disse que tinha que tomar uma decisão e eu quis saber o motivo. Perguntei se a situação a estava fazendo mal, ela disse que não, mas que deveria. Que aliás, a estava fazendo mal. Palavras dela:

  • fazer mal = sei que não vai dar em nada

  • fazer mal = ele não me merece

  • fazer mal = eu poderia estar com alguém melhor

Eu disse que sabia que ele não merecia ela e era por isso que eles não estavam namorando, mas se ela mesmo não queria nada sério com alguém, não veria problema em eles estarem se divertindo juntos.

E que eu concordava que ela poderia estar com alguém melhor, mas que não estava presa a ele. Se conhecesse alguém melhor, não estaria de portas fechadas. O problema é apenas quando se fecha para outras oportunidades sem perceber.

E que se estar com ele, a estava fazendo bem, que estivesse.

Falei que ela não precisa apenas fazer coisas que vão dar em algo. Que mania que temos de achar que se não tem futuro, não é bom. Por que não conseguimos simplesmente viver um dia de cada vez? Viver o próprio minuto.

O filme “Kung Fu Panda” (amo esse filme num grau) tem uma fala maravilhosa que nunca mais esqueci e depois descobri que é um provérbio Chinês: “O passado é história, o futuro é mistério, e hoje é uma dádiva. Por isso é chamado de presente!”

Uma vez fui numa palestra que o palestrante falou uma coisa ótima. Ele comentou que se você colocar um cabo de vassoura deitado entre duas cadeiras, uma criança vai pular para um lado e depois para o outro e depois para o outro e assim na 369ª vez que ela fizer isso, você vai estar super irritado já com aquilo, mas a criança nem vai ligar e vai continuar fazendo. Que a gente se irrita porque depois que fazemos uma primeira vez, já sabemos como é a sensação. A criança, não! Pra ela, toda vez é como se fosse a primeira, porque ela se importa somente com aquela vez que ela tá fazendo, só com aquele momento.

Hmmm, de novo as crianças de te dando moral de vida, marmanjão?! Pois é!

Texto de hoje: Viva o Presente

Autoestima de hoje: Alta

O que me detonou: Mau humor alheio

O que fiz de bom por mim: Vivendo só hoje

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julho 24, 2012. Tags: , , , , , . Uncategorized.

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